Projeto Formiguinha

Três projetos da Prefeitura são aprovados em primeira discussão pela Câmara de Guarulhos

Propostas tratam da criação de vagas de assistente de gestão, alterações nas leis sobre implantação de moradias do Minha Casa, Minha Vida e no Conselho e Fundo Municipal de Resíduos Sólidos 

A Câmara de Guarulhos aprovou, em primeira discussão, três projetos da Prefeitura que estavam na Ordem do Dia em sessão ordinária realizada na tarde desta quarta-feira (04/11). Trata-se do PL 229/2026, que altera a Lei 7550/2017, para criação de vagas para o cargo de assistente de gestão pública no quadro de servidores públicos da administração direta do Município; PL 230/2026, que altera a Lei 7150/2013, sobre implantação de moradias do Programa Minha Casa Minha Vida – Faixa 1 e concede isenções tributárias; e o PL 231/2026, que altera dispositivos da Lei 7479/2016, sobre a criação do Conselho Municipal de Resíduos Sólidos e a criação do Fundo Municipal de Resíduos Sólidos.

Os três projetos voltam à pauta na próxima semana para mais uma rodada de votação. No Grande Expediente, foram deliberados seis requerimentos e cinco novos projetos de lei. Os requerimentos questionam a Prefeitura sobre a situação cadastral da Rua Um, no Jardim Santa Maria; sobre a quem pertence a área localizada entre a subestação de energia EDP e Estrada Guarulhos Nazaré,  onde foram implantadas as novas torres das Furnas Energia; sobre imóvel situado no Jardim Diogo, no lote 23, da quadra C; sobre o atendimento odontológico no Município por meio do SUS; sobre o projeto de valorização da carreira da GCM; sobre fiscalização de comemoração com utilização de fogos de artifício, possível perturbação do sossego, presença de cavalo em situação de risco e ocupação de via pública na região da Vila Itapegica.

Na Tribuna Livre, o munícipe Edno Odilon Fernando e Silva, vice-presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, falou sobre políticas públicas para a população nesta condição. Segundo ele, cerca de 6% da população guarulhense tem algum tipo de deficiência. Ele falou que as leis precisam sair do papel e chegar às pessoas. “Guarulhos não pode tratar inclusão como um favor; é preciso ter políticas fortes que sobrevivam aos governos”, afirmou.

 

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